Invisíveis - Entre Sujeitos e Verbos

22/02/2014

Invisíveis

Foto: reprodução
Eles estão nas esquinas, nas praças, nos becos. Não são notados. Não chamam atenção. Pelo menos, não da maioria. Nos semáforos, nas pontes, no mato. Apenas sobrevivem. Ao frio, à fome, à chuva, ao sol e diversas outras intempéries. Invisíveis, passam despercebidos pela maioria que passa depressa, aturdida por seus problemas.

Por trás de cada corpo esquálido, de cada par de olhos desesperançosos, existe uma história. Existem fatos e dias e situações. Existem outras pessoas. Existem sonhos. A maioria, sonhos roubados. Sonhos que agora parecem, aos olhos da invisibilidade, inalcançáveis.

Sonhos perdidos. Esperanças mortas. Vidas roubadas.

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